Pizza na dieta pode? Pode!

Agosto 21, 2018 admin

Pizza na dieta pode? Pode!

Uma das maiores dificuldades em fazer “dieta” é combater os desejos por determinados tipos de comida. A pizza, cuja origem é uma base fermentada de farinha de trigo complementada com diversos alimentos (que nem sempre são os mais adequados), torna-se, geralmente, uma refeição da asneira.

Então, e se alterássemos a definição prática do que é a pizza? Vamos a isso.

  • A base: e se esquecesse a tradicional base da pizza, feita a partir de farinha e água e adotássemos uma base de couve-flor? Fácil. Num triturador adicione uma pequena couve-flor (sem os caules) e triture até adotar uma consistência idêntica à do arroz. De seguida, coloque a mistura no micro-ondas uns 4 minutos (em potência máxima), deixe arrefecer e esprema até libertar toda a água. Volte a adicionar a mistura ao liquidificado e adicione uma mozarela, um ovo e especiarias a gosto. Leve ao forno, pré-aquecido a 220ºC, até cozinhar.
  • A polpa de tomate: regra geral, o principal problema dos recheios de uma pizza começam logo pela cobertura de polpa de tomate. Porque não fazer a sua própria polpa? É fácil e rápido. Aproveite para usar aqueles tomates maduros que já não dão para adicionar à salada. Coloque-os num triturador e transforme-os em pasta (se preferir pode retirar a pele antes de triturar). Adicione um pouco de azeite e sal. Misture. E cá está uma polpa sem conservantes e bem controlada.
  • O recheio: quando se fala em recheio, muitos são aqueles que vêm à cabeça. Como regra geral, escolha sempre uma base verde (por exemplo rúcula) e alguns legumes (por exemplo tomate, pepino, courgette). Como proteína adicione atum, frango e/ou cogumelos. Para finalizar, claro o queijo (opte sempre por versões mais magras).

Se a pizza pode fazer parte de uma alimentação saudável? Pode! Devemos sair da nossa zona de conforto, do tradicional.
É preciso colocar as mãos à obra. Seja criativo!
#idealkorpus